Anjinhos Endiabrados
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Atenção as escolas de seus filhos
Todos vocês devem ter visto as reportagens sobre o caso da manicure que matou o menino João Felipe Bichara, de 6 anos em Barra do Piraí. Então, algo que percebo de muito importante nesta história é o fato da escola do menino ter liberado ele sem a autorização prévia dos pais. Claro que o menino demonstrou que conhecia a manicure, mas você confia seu filho a TODOS que você conhece? Então esclareça esse assunto na escola do seu filho e veja se eles estão preparados para esse tipo de acontecimento.
Como ajudar uma criança a superar o luto da morte de alguém importante?
Quer saber mais sobre o tema?
Um episódio do programa Quebra - cabeça do GNT nos trás reflexões importantíssimas!
Click no link e assista:
http://www.youtube.com/watch? v=ZclQAqoJ1ww
Veja também este ótimo artigo que nos elucida muitas questões:
http://www2.londrina.pr.gov.br/acesf/index.php/textos-para-reflexao/163-mensagens/textos/7756-morte-tambem-e-um-assunto-de-crianca
Natália Vasquez Abramowicz
Um episódio do programa Quebra - cabeça do GNT nos trás reflexões importantíssimas!
Click no link e assista:
http://www.youtube.com/watch?
Veja também este ótimo artigo que nos elucida muitas questões:
http://www2.londrina.pr.gov.br/acesf/index.php/textos-para-reflexao/163-mensagens/textos/7756-morte-tambem-e-um-assunto-de-crianca
Natália Vasquez Abramowicz
domingo, 16 de setembro de 2012
Cantinho do castigo
Cantinho do castigo
Essa técnica ensina seu filho que tudo que ele faz tem conseqüências.
Se for certo, ganha um elogio e se for errado, vai para o castigo.
Como usar esta técnica para ensinar seu filho o que é
errado?
1° passo – Diga
qual regra da família foi desobedecida: exemplo: bater, chutar, gritar ou não obedecer
ao que um dos pais mandou. Esse é o aviso, a criança ainda não fica de castigo
nesta hora.
2° passo – Se a
criança, mesmo com o aviso, continua ignorando a regra da família pegue-a e a coloque no canto do castigo. Esse
canto pode ser um puff, um tapete ou um banquinho.
3° passo – Deixa-a
lá por tantos minutos quanto a idade da criança (Ex: 5 minutos para uma criança
de 5 anos)
4° passo – Toda vez
que a criança sair do castigo coloque-a de volta sem falar nada com ela, e recomece
o cronometro.
5° passo – Quando
a criança cumprir o tempo determinado vá até ela, se abaixe em sua altura, olhe
em seus olhos e peça que ela também olhe nos seus. Peça que ela explique por
que ficou de castigo, peça desculpas a você e te dê um abraço. Se as desculpas
não parecerem sinceras, deixe-a no castigo de novo pelo mesmo tempo, até que as
desculpas sejam sinceras e sem raiva. Se ela tiver machucado alguém peça para
que ela peça desculpas para a pessoa também.
Quando a criança está mais crescida, esse castigo pode já não
ter o mesmo efeito, então pode ser mudado para o castigo de tirar as coisas que
a criança gosta como, por exemplo, a TV, o vídeo game ou um brinquedo. É importante que a criança entenda que ela recebeu o castigo não porque você quis, mas como consequência dos atos dela.
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Transtorno do Déficit de Atenção ou falta de limites?
Apesar do muito que já se tem dito sobre crianças com TDAH
(Transtorno do Déficit de Atenção com ou sem Hiperatividade) esse
termo permanece gerando dúvidas em pais e professores. Afinal, como
saber se a criança é apenas agitada, com poucos limites ou se é
portadora desse transtorno?
No caso do TDAH, a criança apresenta primordialmente uma dificuldade generalizada para manter a atenção voluntária, ou seja, para dirigir e concentrar sua atenção naquilo que lhe é solicitado observar ou executar. Pode haver também uma atividade motora inútil, ou seja, a criança se movimenta sem objetivo claro: balança os pés, as mãos, o corpo, passa a maior parte do tempo se deslocando quando deveria estar quieta, pois não consegue se controlar. Pode ainda apresentar um grau acentuado de impulsividade, que a prejudica tanto no trato social como escolar, pois assim como responde antes do professor acabar de perguntar, pode se tornar excessivamente reativa ao meio e até agir agressivamente acabando por ter problemas sérios de relacionamento social.
São crianças e jovens que se deixam levar facilmente por suas emoções, desejos ou necessidades. Têm dificuldade para parar e pensar, antes de agir. Percebe-se ao longo do tempo, que essas crianças não conseguem deixar o modo impulsivo de adaptar-se ao meio, próprio dos primeiros seis anos de vida por um modo mais reflexivo que deve começar a surgir nessa idade, com a mediação dos processos atencionais.
A real dificuldade de selecionar estímulos, de manter a atenção sobre eles e as mudanças freqüentes do foco atencional, justificam a razão pela qual crianças portadoras de TDAH precisam de ajuda profissional para adquirir hábitos e estratégias cognitivas, que lhes permitam um desempenho escolar à altura de sua capacidade.
Como têm enorme dificuldade de encontrar uma motivação intrínseca por tarefas que não apresentem uma recompensa imediata ou que não sejam atraentes, os pais e professores freqüentemente ficam admirados com o diagnóstico, pois lhes parece estranho a criança só conseguir prestar atenção àquilo de que gosta...
Quando a questão da desatenção e da agitação excessiva pode ser controlada pelo indivíduo ou pelo meio, de modo eficaz, ao longo de várias horas e em diferentes situações, dificilmente se trata de uma criança ou um jovem com TDAH.
É importante saber ainda que, embora a hipercinesia tenda a diminuir com a idade, sabe-se que adolescentes com TDAH são mais adeptos a esportes radicais, a enfrentar aventuras e perigos do que seus iguais e, quando adultos, essa hiperatividade e impulsividade torna-se mais subjetiva, ou seja, conseguem ter uma atividade física menos exuberante, mas dedicam-se via de regra a estar sempre fazendo alguma coisa ou até mesmo fazendo várias coisas ao mesmo tempo.
No caso do TDAH, a criança apresenta primordialmente uma dificuldade generalizada para manter a atenção voluntária, ou seja, para dirigir e concentrar sua atenção naquilo que lhe é solicitado observar ou executar. Pode haver também uma atividade motora inútil, ou seja, a criança se movimenta sem objetivo claro: balança os pés, as mãos, o corpo, passa a maior parte do tempo se deslocando quando deveria estar quieta, pois não consegue se controlar. Pode ainda apresentar um grau acentuado de impulsividade, que a prejudica tanto no trato social como escolar, pois assim como responde antes do professor acabar de perguntar, pode se tornar excessivamente reativa ao meio e até agir agressivamente acabando por ter problemas sérios de relacionamento social.
São crianças e jovens que se deixam levar facilmente por suas emoções, desejos ou necessidades. Têm dificuldade para parar e pensar, antes de agir. Percebe-se ao longo do tempo, que essas crianças não conseguem deixar o modo impulsivo de adaptar-se ao meio, próprio dos primeiros seis anos de vida por um modo mais reflexivo que deve começar a surgir nessa idade, com a mediação dos processos atencionais.
A real dificuldade de selecionar estímulos, de manter a atenção sobre eles e as mudanças freqüentes do foco atencional, justificam a razão pela qual crianças portadoras de TDAH precisam de ajuda profissional para adquirir hábitos e estratégias cognitivas, que lhes permitam um desempenho escolar à altura de sua capacidade.
Como têm enorme dificuldade de encontrar uma motivação intrínseca por tarefas que não apresentem uma recompensa imediata ou que não sejam atraentes, os pais e professores freqüentemente ficam admirados com o diagnóstico, pois lhes parece estranho a criança só conseguir prestar atenção àquilo de que gosta...
Quando a questão da desatenção e da agitação excessiva pode ser controlada pelo indivíduo ou pelo meio, de modo eficaz, ao longo de várias horas e em diferentes situações, dificilmente se trata de uma criança ou um jovem com TDAH.
É importante saber ainda que, embora a hipercinesia tenda a diminuir com a idade, sabe-se que adolescentes com TDAH são mais adeptos a esportes radicais, a enfrentar aventuras e perigos do que seus iguais e, quando adultos, essa hiperatividade e impulsividade torna-se mais subjetiva, ou seja, conseguem ter uma atividade física menos exuberante, mas dedicam-se via de regra a estar sempre fazendo alguma coisa ou até mesmo fazendo várias coisas ao mesmo tempo.
Maria Irene Maluf
OBS.: Não esqueçam que esse diagnostico é muito sério, então, se desconfiar que possa ser o caso do seu filho, leve-o a mais de um psiquiatra, pediatra e psicologo. Não deixe de sempre averiguar mais de uma opinião.
OBS.: Não esqueçam que esse diagnostico é muito sério, então, se desconfiar que possa ser o caso do seu filho, leve-o a mais de um psiquiatra, pediatra e psicologo. Não deixe de sempre averiguar mais de uma opinião.
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Pequenos, mas independentes
Ajude seu filho a ser independente
A independência cada vez maior
Dar independência às crianças é difícil
-- o tipo de cuidado e atenção que devemos dar a elas é diferente quando
elas são bebês e quando têm 3, 7 ou 12 anos, e nem sempre fica tão
óbvio o quais tarefas devemos começar a deixar por conta deles.
Mas ninguém quer criar um adulto que traga roupa suja para lavar em nossa casa aos 40 anos de idade e que seja incapaz de se virar e preparar uma refeição simples. Também não queremos criar um adulto totalmente dependente, em termos emocionais, de nós.
Crianças devem crescer, florescer e se tornar independentes sob nossa proteção. Uma planta que fica sempre na sombra de outra acaba se contorcendo e virando para pegar luz, assim como fazem as crianças a quem os pais não dão o espaço e a liberdade suficientes.
Além disso, com tarefas como guardas as coisas, a criança começa a ter senso de organização e asseio, coisas que vão ajudá-la ao longo da vida.
Mas ninguém quer criar um adulto que traga roupa suja para lavar em nossa casa aos 40 anos de idade e que seja incapaz de se virar e preparar uma refeição simples. Também não queremos criar um adulto totalmente dependente, em termos emocionais, de nós.
Crianças devem crescer, florescer e se tornar independentes sob nossa proteção. Uma planta que fica sempre na sombra de outra acaba se contorcendo e virando para pegar luz, assim como fazem as crianças a quem os pais não dão o espaço e a liberdade suficientes.
Além disso, com tarefas como guardas as coisas, a criança começa a ter senso de organização e asseio, coisas que vão ajudá-la ao longo da vida.
Transferindo responsabilidades aos poucos
Mais cedo ou mais tarde nós precisamos
dar espaço e responsabilidade aos nossos filhos, deixando-os fazer as
coisas sozinhos, mas o processo deve ocorrer gradativamente. Se
acontecer rápido demais, ou antes da hora, crianças pequenas ficam
assustadas com a independência e o efeito é o contrário: elas podem se
tornar introvertidas ou se agarrar desesperadamente a você.
Ensine-o a ter opinião própria
- Deixe seu filho ver que você tem opinião: comente quando ouvir alguma bobagem na TV, deixe-o ouvir conversas de adultos.
- Estimule seu filho a falar. Ache uma hora do dia para sentar-se com ele e discutir seu dia. Peça a opinião dele e espere pela resposta. Uma dica: em vez de perguntar "Como foi a escola hoje?", pergunte "Qual foi a coisa mais legal da escola hoje?". A resposta da segunda pergunta é mais promissora que o simples "legal" que você vai ouvir se fizer a primeira.
- Responda quando ele perguntar por quê; explique usando termos simples.
- Se possível, façam as refeições juntos. Ouça sempre que a criança quiser participar da conversa. Nunca caçoe de suas opiniões. O melhor jeito de discordar é dizendo: "É uma opinião/idéia boa/interessante, mas...".
- Estimule seu filho a falar. Ache uma hora do dia para sentar-se com ele e discutir seu dia. Peça a opinião dele e espere pela resposta. Uma dica: em vez de perguntar "Como foi a escola hoje?", pergunte "Qual foi a coisa mais legal da escola hoje?". A resposta da segunda pergunta é mais promissora que o simples "legal" que você vai ouvir se fizer a primeira.
- Responda quando ele perguntar por quê; explique usando termos simples.
- Se possível, façam as refeições juntos. Ouça sempre que a criança quiser participar da conversa. Nunca caçoe de suas opiniões. O melhor jeito de discordar é dizendo: "É uma opinião/idéia boa/interessante, mas...".
Preparando-o para sair sozinho
- Uma criança pequena, de 1 ano, pode
passar um tempinho brincando sozinha no quarto, desde que todos os
perigos sejam retirados.
- Aos 2 anos, a criança pode sentar-se à mesa ou no cadeirão e
desenhar, enquanto você cozinha, ou brincar aos seus pés enquanto você
conversa ao telefone. O segredo é interagir com ela a cada um ou dois
minutos, e uma palavra, um sorriso ou um beijo lançado de longe é tudo
de que ela precisa.
- Aos 3 anos de idade, seu filho deve caminhar pequenas distâncias com você -- até a banca de jornal ou à lojinha perto de casa, por exemplo. Andar faz bem à saúde e é essencial para aprender segurança nas ruas. Se a criança vir você olhar para os lados ao atravessar a rua, ela também fará o mesmo.
- Aos 3 anos de idade, seu filho deve caminhar pequenas distâncias com você -- até a banca de jornal ou à lojinha perto de casa, por exemplo. Andar faz bem à saúde e é essencial para aprender segurança nas ruas. Se a criança vir você olhar para os lados ao atravessar a rua, ela também fará o mesmo.
Tarefas domésticas que uma criança de 3 anos pode fazer
- Guardar os brinquedos: faça disso uma brincadeira -- por exemplo, coloque uma música para tocar e brinque de guardar tudo antes de ela acabar.
- Cuidar da roupa suja: aos 3 anos, a criança pode separar as próprias roupas das outras, e as cores claras das escuras. Também pode pôr sua roupa suja no cesto.
- Arrumar a mesa: crianças de 3 anos podem tirar o pó e passar um pano na mesa e no chão se você torcer o pano para elas.
- Cuidar da roupa suja: aos 3 anos, a criança pode separar as próprias roupas das outras, e as cores claras das escuras. Também pode pôr sua roupa suja no cesto.
- Arrumar a mesa: crianças de 3 anos podem tirar o pó e passar um pano na mesa e no chão se você torcer o pano para elas.
Comendo sozinho
- Assim que ela conseguir segurar objetos
pequenos com os dedos e o dedão, no movimento de pinça (em torno dos 6 a
9 meses de idade), deixe a criança comer sozinha sanduichinhos,
pedacinhos de banana, cenoura cozida, maçã ralada etc.
- Quando der comida a seu filho, também dê uma colher para ele segurar. Mas levar uma colher de comida do prato para a boca é um negócio complexo e melecado, e leva tempo para ele conseguir. Aos 3 anos já dá para comer sozinho com um garfo de pontas arredondadas, mas ainda é preciso cortar a comida para ele.
- Deixe o bebê segurar o copo ou a mamadeira mesmo que você ajude -- e, aos poucos, passe o controle todo para ele.
- Crianças que praticam ou brincam com coisas que estimulam o uso dos dedos logo aprendem a fazer essas tarefas. Dê a ela um giz de cera grosso e um pedaço de papel para desenhar. Procure brinquedos que estimulem o ato de encaixar, como quebra-cabeças simples.
- Quando der comida a seu filho, também dê uma colher para ele segurar. Mas levar uma colher de comida do prato para a boca é um negócio complexo e melecado, e leva tempo para ele conseguir. Aos 3 anos já dá para comer sozinho com um garfo de pontas arredondadas, mas ainda é preciso cortar a comida para ele.
- Deixe o bebê segurar o copo ou a mamadeira mesmo que você ajude -- e, aos poucos, passe o controle todo para ele.
- Crianças que praticam ou brincam com coisas que estimulam o uso dos dedos logo aprendem a fazer essas tarefas. Dê a ela um giz de cera grosso e um pedaço de papel para desenhar. Procure brinquedos que estimulem o ato de encaixar, como quebra-cabeças simples.
Ajudando seu filho a se vestir
- Crianças pequenas têm dificuldade em
lidar com zíperes, botões, cadarços e ganchos -- escolha roupas com
elástico, velcro ou que entrem nela mesmo com zíperes e botões
parcialmente fechados.
- Ponha as roupas (sobre a cama, por exemplo) da esquerda para a direita, na ordem em que serão vestidas. Isso não é essencial, mas treina a direção que os olhos devem seguir ao ler.
- Coloque as roupas (sobre a cama, por exemplo) de um jeito que a criança as segure do jeito certo -- calça com a frente para cima (assim ela pode sentar e vesti-la), blusas e vestidos com a frente para baixo.
- Escolha calcinhas ou cuecas com faixas contrastantes na cintura e nas pernas -- isso ajuda a criança a acertar os “buracos” na hora de se vestir. Também dê preferência a meias sem calcanhar marcado.
- Ensine seu filho a colocar primeiro os braços nas blusas e camisetas, antes da cabeça. Evite golas apertadas.
- Ajude a criança a calçar os sapatos, mas deixe que ele os prenda com o velcro sempre que possível. Crianças sentam com os joelhos voltados para fora e tendem a colocar o sapato com o fecho voltado para dentro, onde elas conseguem vê-lo. Por isso elas acabam trocando os sapatos. Fechos centrais evitam isso.
- Ensine "truques" ao seu filho: a etiqueta fica sempre para trás, quase sempre a estampa da camiseta é para a frente, a costura central da calça fica embaixo do umbigo, o desenho ou fecho do sapato fica quase sempre para o lado de fora.
- Ponha as roupas (sobre a cama, por exemplo) da esquerda para a direita, na ordem em que serão vestidas. Isso não é essencial, mas treina a direção que os olhos devem seguir ao ler.
- Coloque as roupas (sobre a cama, por exemplo) de um jeito que a criança as segure do jeito certo -- calça com a frente para cima (assim ela pode sentar e vesti-la), blusas e vestidos com a frente para baixo.
- Escolha calcinhas ou cuecas com faixas contrastantes na cintura e nas pernas -- isso ajuda a criança a acertar os “buracos” na hora de se vestir. Também dê preferência a meias sem calcanhar marcado.
- Ensine seu filho a colocar primeiro os braços nas blusas e camisetas, antes da cabeça. Evite golas apertadas.
- Ajude a criança a calçar os sapatos, mas deixe que ele os prenda com o velcro sempre que possível. Crianças sentam com os joelhos voltados para fora e tendem a colocar o sapato com o fecho voltado para dentro, onde elas conseguem vê-lo. Por isso elas acabam trocando os sapatos. Fechos centrais evitam isso.
- Ensine "truques" ao seu filho: a etiqueta fica sempre para trás, quase sempre a estampa da camiseta é para a frente, a costura central da calça fica embaixo do umbigo, o desenho ou fecho do sapato fica quase sempre para o lado de fora.
Escrito para o BabyCenter Brasil
terça-feira, 4 de setembro de 2012
6 dicas da Cris Poli (S.O.S Babá)
1 - Estabeleça Limites
Com paciência, explique aos pequenos quais são as
regras que devem ser seguidas dentro e fora de casa. Quando a mãe
estabelece que não se pode comer doces antes das refeições, deve-se
tomar banho na hora certa e sentar-se à mesa para comer quando ela
manda, a criança tende a fazer birra. Nesses momentos, não adianta impor
sua vontade pela força. 'Fale com autoridade e amor. Determinação não
briga com afeto', diz Cris Poli. Na hora de colocar os limites, é
importante que você mantenha as regras até o fim. 'Voltar atrás em uma
decisão demonstra falha na autoridade. A criança ficará confusa diante
de sua mudança de idéia.'
2 - Preserve
Se você o mandou arrumar os brinquedos mas ele ainda
não obedeceu, não desista e nem faça o dever dele. O ideal é insistir na
regra umas três ou quatro vezes e repeti-la com paciência, dia após
dia.
3 - Olhe nos olhos
Com isso, você firma a autoridade e capta. Se você se
abaixa e olha nos olhos dela enquanto fala, ela não se distrai. Caso ela
desvie o olhar, segure-a pelo rosto com carinho. Ao prestar atenção no
que você diz, seu filho absorverá melhor a lição e mudará de atitude
mais rápido.
4 - Pode punir sem violência
Se depois de vários dias insistindo, ele ainda não
cumprir o combinado, pode puni-lo. Primeiro, avise-o da punição, caso
ele continue desobediente, para permitir que a criança pense e mude de
atitude. Depois, vem o castigo. Se ele não cumprir com as obrigações,
pode proibir o videogame, a TV ou algo que ele adore. 'Nunca use
violência. Isso deixa marcas negativas na criança. Prefira a
disciplina', aconselha a educadora. Essa dica serve para ocasioes em que a criança desobedece algo que não está escrito nas regras da familia, porque se estiver lá, o castigo deve vir logo depois de um aviso e não depois de dias avisando.
5 - Dê prêmio
Além de estipular regras e castigos, também é
importante conceder prêmios quando seu filho obedecer e acertar.
Reconheça o esforço dele e incentive-o a continuar cumprindo as regras.
Faça uma estrela num quadrinho pendurado na geladeira toda vez que ele
tiver uma atitude positiva. No final de sete dias, que é o tempo ideal
para recompensá-lo, ofereça um prêmio pela disciplina. Pode ser um
brinquedo novo, um passeio ou guloseimas. Antes, combine com a própria
criança quais os prêmios adequados.
6 -Coloque ele(a) para pensar no que fez
Crie o
cantinho da disciplina. Vale qualquer local da casa, menos o quarto da
criança. Nesse local, seu filho deverá permanecer e refletir sobre o
que fez. Deixe que ele saia apenas quando reconhecer o erro e pedir
desculpas. Cronometre um minuto para cada ano de idade da criança, é o tempo ideal para ele pensar no que fez.
Entrevista com a SuperNanny
Não é tarefa fácil lidar com crianças desobedientes. Por isso, é comum
que os pais percam o controle e a paciência na tentativa de melhorar o
mau comportamento dos filhos. Há mais de 20 anos educando crianças, a
educadora britânica Jo Frost, mundialmente conhecida pelo reality show
"Supernanny", desenvolveu métodos para lidar com as mais desobedientes.
"É difícil de lidar com qualquer criança se você não souber como", diz a
educadora. Para Jo, por mais complicado que seja, toda criança pode
deixar a desobediência de lado, basta os pais seguirem com uma abordagem
diferente na hora de educar. "Sempre peço aos pais que auxiliem na
educação da criança e que não sejam passivos ou agressivos", diz. Leia a
entrevista que a Jo Frost concedeu ao UOL Comportamento e veja as dicas para aprender a educar melhor as crianças.
UOL Comportamento: O que é mais importante ao lidar com uma criança que se comporta mal?
Jo Frost: Saber entender que o seu próprio comportamento não deve ser um reflexo das atitudes das crianças. É extremamente importante estar calmo e no controle para poder responder a esse tipo de atitude da maneira mais adequada possível.
UOL Comportamento: Deve-se tratar uma criança diferente da outra na hora de disciplinar?
Jo Frost: Os pais acreditam que, como seus filhos têm personalidades diferentes, não devem responder às mesmas consequências que outra criança. O fato é que, entre os dois e cinco anos de idade, ensinamos aos nossos filhos as bases de um comportamento apropriado. Estamos moldando a maneira como eles se comportam de acordo com os nossos valores familiares. Isso significa que a mesma consequência terá impacto sobre cada criança, independente da personalidade e das diversas formas de educação. (Para saber se você faz comparações entre seus filhos, clique aqui e faça o teste).
À medida que as crianças crescem, elas se tornam mais impulsivas, o que pode levar ao mau comportamento. Podemos usar a atitude indevida da criança como uma alavanca de incentivo ao comportamento positivo. Ensinar uma criança a compreender seu comportamento faz com que ela crie consciência de seus atos. Assim a criança se torna menos impulsiva e mais disciplinada, o que a leva a pensar antes de agir. Mas isso só se dá a partir dos seis anos de idade. Você não consegue argumentar com uma criança de três anos, mesmo que tente. Nessa fase, as crianças vivem numa bolha. Já dos oito aos 11 anos, elas tê mais disciplina e controle sobre suas emoções.
UOL Comportamento: Crianças precisam de limites?
Jo Frost: Com certeza. Limites são barreiras, regras da casa. Elas são estipuladas por seus pais ao longo do seu crescimento. Sem limites e regras será desenvolvido um comportamento rebelde. É igualmente importante equilibrar essas regras fazendo elogios quando os filhos mostram um comportamento positivo.
UOL Comportamento: Os pais devem entender o motivo do mau comportamento?
Jo Frost: Com certeza. Minha filosofia de educação é: afastar-se, observar o comportamento em questão e, finalmente, voltar ao problema para resolvê-lo. Isso permite aos pais perceberem de modo mais objetivo o que está acontecendo com a criança. Normalmente, os pais ficam presos num tornado de emoções durante esses problemas de comportamento e acabam se perderdendo no olho do furacão. E isso não ajuda nem os próprios pais, muito menos as crianças.
UOL Comportamento: Bater jamais pode ser uma opção na hora de educar?
Jo Frost: Jamais! Bater é um hábito que tem sido passado de geração em geração como um meio de controlar o comportamento indesejado. Isso gerou uma hostilidade entre o relacionamento familiar. Isso é resultado da falta de controle da agressividade dos pais. É um ato silenciosamente escondido por pais abusivos, que foram criados em famílias disfuncionais. Bater certamente é um assunto controverso na sociedade atual.
UOL Comportamento: O que é mais importante ao lidar com uma criança que se comporta mal?
Jo Frost: Saber entender que o seu próprio comportamento não deve ser um reflexo das atitudes das crianças. É extremamente importante estar calmo e no controle para poder responder a esse tipo de atitude da maneira mais adequada possível.
UOL Comportamento: Deve-se tratar uma criança diferente da outra na hora de disciplinar?
Jo Frost: Os pais acreditam que, como seus filhos têm personalidades diferentes, não devem responder às mesmas consequências que outra criança. O fato é que, entre os dois e cinco anos de idade, ensinamos aos nossos filhos as bases de um comportamento apropriado. Estamos moldando a maneira como eles se comportam de acordo com os nossos valores familiares. Isso significa que a mesma consequência terá impacto sobre cada criança, independente da personalidade e das diversas formas de educação. (Para saber se você faz comparações entre seus filhos, clique aqui e faça o teste).
À medida que as crianças crescem, elas se tornam mais impulsivas, o que pode levar ao mau comportamento. Podemos usar a atitude indevida da criança como uma alavanca de incentivo ao comportamento positivo. Ensinar uma criança a compreender seu comportamento faz com que ela crie consciência de seus atos. Assim a criança se torna menos impulsiva e mais disciplinada, o que a leva a pensar antes de agir. Mas isso só se dá a partir dos seis anos de idade. Você não consegue argumentar com uma criança de três anos, mesmo que tente. Nessa fase, as crianças vivem numa bolha. Já dos oito aos 11 anos, elas tê mais disciplina e controle sobre suas emoções.
UOL Comportamento: Crianças precisam de limites?
Jo Frost: Com certeza. Limites são barreiras, regras da casa. Elas são estipuladas por seus pais ao longo do seu crescimento. Sem limites e regras será desenvolvido um comportamento rebelde. É igualmente importante equilibrar essas regras fazendo elogios quando os filhos mostram um comportamento positivo.
UOL Comportamento: Os pais devem entender o motivo do mau comportamento?
Jo Frost: Com certeza. Minha filosofia de educação é: afastar-se, observar o comportamento em questão e, finalmente, voltar ao problema para resolvê-lo. Isso permite aos pais perceberem de modo mais objetivo o que está acontecendo com a criança. Normalmente, os pais ficam presos num tornado de emoções durante esses problemas de comportamento e acabam se perderdendo no olho do furacão. E isso não ajuda nem os próprios pais, muito menos as crianças.
UOL Comportamento: Bater jamais pode ser uma opção na hora de educar?
Jo Frost: Jamais! Bater é um hábito que tem sido passado de geração em geração como um meio de controlar o comportamento indesejado. Isso gerou uma hostilidade entre o relacionamento familiar. Isso é resultado da falta de controle da agressividade dos pais. É um ato silenciosamente escondido por pais abusivos, que foram criados em famílias disfuncionais. Bater certamente é um assunto controverso na sociedade atual.
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